sábado, 6 de julho de 2013

CROCONISTA

   Sou um cronista de um mundo caduco alias sou um caduco de um mundo crônico onde minha escrita não é lida de modo correto e eu não sou correto no que escrevo e falar é pouco e pouco é meu falar sabendo que quando falo só digo bobagens e minha verborragia passa a não significar nada e minha escrita assim o é. Tenho pena de ti que leu até aqui e se alguém leu continuo tendo pena pois maior seria a pena de mim se lendo entendesse o que quero dizer mesmo sabendo que não posso dominar essas palavras que me dominam e mesmo assim eu escrevo. Quase sem sentido tal qual meu intelecto continuo escrevendo poupando as virgulas e reticências que outrora pensara eu que haviam me ajudado a expressar o que não pode se expressar mas somente retardaram a ineficácia do meu escrever que é reles e de um dedo só nos teclados pois na pena escrevo com dois de certo que apoiado pelo dedo médio que também me apoia de maneira mais contundente em outra forma de expressão mais simbólica. Tenho dito!!!


sexta-feira, 20 de julho de 2012

SAIDEIRA



        José Manoel, após passar por um princípio de infarto, foi arrastado por sua mulher ao médico. Chegando lá ele foi se explicando:
      - Então, doutor, eu tive um piripaque; acho que é coisa do coração!
      O médico olhou o cliente de alto a baixo, analisou, refletiu e questionou:
      - O senhor pratica esporte?
      - Jogo futebol com os amigos nos finais de semana!
      - No seu cotidiano tem uma vida sedentária?
       - Não !!! Tenho ido ao trabalho de bicicleta e, de um tempo pra cá, não utilizo mais o elevador, só escada!
      - E a alimentação?
      - Super natural, só como cozidos e assados... nada de frituras!
      - O senhor fuma?
      - Dois maços por dia!
      - Aí está! O senhor tem que parar de fumar urgentemente!!!
      - Obrigado, doutor, pode deixar que, a partir de hoje, não coloco um cigarro sequer na boca!
      O casal se despede do médico e, ao deixar o consultório, a mulher foi logo perguntando:
      - Que história é essa de dois maços de cigarros por dia, que eu saiba, você nunca fumou???
      - Ahhh, mulher, pelo andar da carruagem, se eu não dissesse isso, seria adeus ao conhaque depois do jogo, a cervejinha no churrasco, a caipirinha após a feijoada...
      MORAL:
      Verdades sinceras me desesperam!!!




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

AS GRAÇAS.


       São as deusas da dança, dos modos e do amor, são seguidoras de Vênus e dançarinas do Olimpo.
    Apesar de pouco relevantes na mitologia greco-romana, a partir do final da década de noventa, as Graças se tornaram símbolo da cultura das comunidades cariocas e do mundo que ainda não conhece o fone de ouvido.
      Por sua condição de deusas da música (Funk), dos modos (Piriguete, cachorra, preparada, etc) e do amor (No paredão vai descendo até o chão!). Também se identificavam com as primitivas musas do Aché, em virtude de sua predileção pelas danças imorais e pelas músicas de duplo, triplo e sem sentido. Nas primeiras representações plásticas as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens semi-nuas, de abdomens protuberantes caídos em cima de tangas, shortinhos ou mini-saias; note que duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que inspirou a máxima...

MORAL: 

“Enquanto uma funkeira está de olho no marido de alguém... outras duas estão de olho no marido dela!"



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

MERDA

Carlos entra, sem ser anunciado, na sala de seu chefe:
- Não agüento mais essa merda!
- Posso saber que merda é essa, Carlos?
- Trabalho pra caralho e não ganho merda nenhuma!
- Também, você só faz merda!
- Que merda que eu fiz?
- Olha só esse trabalhinho de merda!
- Que merda que ele tem?
-Não se enxerga merda nenhuma!
- Poxa, é verdade, deu merda...
- Fez merda, né?
- Eu não... a culpa é do merda do alemão!
- Que merda que ele fez?
- Chefe, ele só faz merda!
-Pra mim foi você que jogou merda no ventilador...
- Também, tá tudo uma merda!
- E que merda é essa?
- A mesma merda de sempre...
- Pudera, tudo que você faz vira merda!
- Eu não tô fazendo merda nenhuma...
- Você é um merda!
- Que merda que você pensa que é?
- A merda do seu chefe!
- Puta merda!!!
- E antes que eu me esqueça... vai te a merda!!!

MORAL:
Antes de dar merda... quebre a perna!


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

TODA PUTA TEM UM FILHO ILUSTRE.

      O senador Jairo Mallonato entrou no consultório de seu analista que, por acaso, é seu sogro. Depois de alguns minutos de constrangedor silêncio sapecou:
      - Doutor, nestas últimas semanas, coloquei na cabeça, que não posso ter ereções... parece bobagem, eu sei, mas isso está me afastando da minha mulher... é que tenho medo de me aproximar e minhas suspeitas serem verdade!
     O analista, tentando ser o mais imparcial possível, refletiu um pouco, largou o cachimbo no cinzeiro e filosofou:
      - Partindo desse princípio você pode seguir dois caminhos... tirar suas dúvidas com sua esposa ou escolher uma outra mulher para isso!
      - Se eu escolher minha esposa?
   - É o caminho mais confortável, se suas suspeitas tiverem fundamento vocês poderão encontrar uma solução juntos!
      - E se eu escolher outra mulher?
      - Aí se abrirão outros dois caminhos... você poderá procurar uma mulher e conquistá-la ou poderá recorrer a uma prostituta!
      - Se eu escolher conquistar uma mulher?
      - Poderá criar um vínculo amoroso difícil de quebrar, podendo culminar em uma segunda família!
      - E se eu escolher uma prostituta?
      - Novamente se abrirão dois caminhos...  você poderá pegar uma prostituta nas ruas ou poderá recorrer a um prostíbulo!
      - Se eu escolher pegá-la nas ruas?
   - Sem saber a procedência você terá uma maior exposição a doenças!
      - E se eu escolher ir a um prostíbulo?
  O analista, farto dessa lengalenga, apanha seu cachimbo do cinzeiro, o acende e dá uma profunda tragada, solta a fumaça formando uma nuvem entre os dois e manda:
      - Aí você entra cumprimenta sua mãe e volta para casa pra cuidar de sua mulher... ora, faça-me o favor!!!

MORAL:
Em casa de analista o espeto... é ferro!


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

CORNO DE AMALTÉIA


      Essa é antiga, do tempo em que ainda se subia nos ônibus pela porta de trás e descia pela a da frente.

      Neusa, negra linda do alto de seu um metro e setenta e cinco centímetros, usava uma calça fusô e um top tomara que caia com babados. Tinha os olhos azuis, herança de uma época triste em nossa história onde a miscigenação era imposta pelos donos de terras às suas escravas indefesas. Não, meus queridos, não ouso usar o termo chulo “mulata” para descrevê-la, essa designação criada por aqueles calhordas para justificar os frutos da escravidão e todas as perversidades contra os escravos, passando a idéia de que eram próximos, mas não pertenciam à mesma espécie dos brancos, eram mulas, um produto hibrido resultante do cruzamento do cavalo com burra ou do jumento com égua... se bem que no segundo caso eram as sinhás que abusavam do... bom, o certo é que ninguém merece ser comparado com mulas. Voltando ao caso, Neusa levantou-se e puxou a cordinha do lotação, o onibus parou no ponto e ela desfilou aquela bunda maravilhosa pelo corredor até a saída, desceu vagarosamente as escadas e seguiu pela calçada.
      Antônio, motorista experiente, acompanhou aquele balançar de cadeiras até ela desaparecer na esquina. Virou-se para o cobrador e falou em alto e bom tom:
      - Cobrinha, eu quero é ser corno!
      - Que é isso, Tônho, ficou louco???
      - Se eu tivesse uma mulher dessa eu ia ser corno... mas, ia ser um corno feliz!!!

MORAL:
É melhor dividir o chocolate... que roer a rapadura sozinho!



domingo, 21 de agosto de 2011

ENTRE VISTAS.

 Luis, dono do colégio Estrela, chama o próximo candidato a professor:
- Senhor, Rubens, pode entrar!
- Desculpe-me, é Rubem!
- Como?
- Rubem, no singular, eu sou um só!
Luis olhou-o por alguns segundos e explodiu em uma gargalhada:
- Muito bem, Rubem, bom humor... gosto muito disso... gosto dos meus funcionários felizes, sabe eu tenho um carinho muito grande por essa escola, por isso comprei ela, fazem vinte anos que eu conclui o ginásio aqui...
- Faz...
- Faço... faço o que?
- O correto é faz vinte anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal.
- Pelo visto o senhor veio para o cargo de professor de português, certo?
- Sim, isto mesmo!
- Bem, deixe-me citar algumas situações em que podem haver problemas...
- Pode...
- Posso... posso o que?
- O correto é pode haver. O verbo haver, como o fazer, é impessoal!
- E o senhor também é um tanto impessoal, não? Bem, vamos deixar as coisas claras entre eu e você...
- Mim...
- Mim o que... cara pálida?
- Entre mim e você. Depois de preposição, usa-se mim!
- Escute uma coisa, Rubem, eu não gosto de ser interrompido toda hora, por causa que eu perco o fio da meada...
- Porque...
- Eu to tentando explicar!!!
- Não! Essa locução não existe. Use porque em vez de por causa de...
- Essa situação está ficando insustentável, você não pode sentar aí na mesa e ficar me corrigindo...
- A...
- A... o que, virei dentista???
- Sentei à mesa... Sentar em é sentar-se em cima de!
- Chega, eu quero o mais absoluto silêncio!!!
- Sem mais...
- Nem menos!!!
- Não; porque aí há redundância. Em absoluto já existe a idéia de maior... não precisa do mais!
Luis levanta-se, caminha até a porta, após abri-la aponta para fora e diz:
- Passar bem!
- Mas, o senhor nem viu o meu currículo...
- Infelizmente, para você, a minha palavra aqui, correta ou não, é a última!!!

MORAL:
Fala quem pode... entende quem tem juízo!!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

ELE E O SUJEITO.

    Ele chegou na boate por volta das vinte e três horas e rodou pela pista em busca de companhia; como não encontrou foi até o bar e fez um pedido:  
      - Por favor, chefia, um Cuba libre!
     O barman demonstrou a má vontade costumeira e se pôs a preparar o drink. Ele olhou em volta na esperança do cenário ter mudado, porém não houve nenhuma alteração. Recebeu a bebida da mão do barman e comentou:
      - Poxa, chefia, não tem mulher desacompanhada aqui?
      O barman meneou a cabeça e se afastou. Ele recostou-se em uma das paredes e ficou saboreando a bebida enquanto observava a movimentação. Não demorou muito e apercebeu-se de um sujeito negro, de uns dois metros de altura e braços de bate-estacas, parado do outro lado da pista a encará-lo efusivamente. Aquela situação começou a causar certo constrangimento, ele foi até o bar e perguntou ao barman:
      - Chefia, você conhece aquele sujeito que está do outro lado da pista perto do extintor?
      O barman olhou por cima do ombro dele e avistou o sujeito, num sussurro respondeu:
      - É uma espécie de patrão aqui pelas redondezas, se é que você me entende, por aqui todo mundo o respeita muito!
      Ele sentiu certo desconforto ao saber que aquele sujeito enorme que o arrostava era respeitado por todos ali. Deu nova olhadela na direção do extintor e ficou aliviado ao notar que o sujeito não estava mais lá.  Fez meia volta em direção ao seu antigo lugar na parede e, para sua surpresa, o sujeito estava parado lá e continuava a encará-lo. Ele, um tanto quanto fugaz, seguiu para o banheiro, pois aquela vicissitude deixou-o com a bexiga apertada. Mal saiu o primeiro jato de urina e ele sentiu um olhar penetrante atravessar sua nuca, suou frio quando avistou de esguelha o sujeito parado perto da porta. Nem bem terminou de urinar guardou “as coisas” tão depressa que molhou as calças. Correu para o bar e implorou ao barman:
      - Chefia, me vê outro... E capricha no Rum!
      Ele bebericou seu drinque e tentou ficar olhando para o teto para evitar novas confusões. Sentiu uma presença ao seu lado e não precisou olhar para saber que era o tal sujeito a encará-lo, numa impulsividade desmedida bateu com o copo no balcão e gritou:
      - O que foi sujeito, porque está me encarando... Estou cagado???
      O silêncio absoluto se estabeleceu naquele lugar, as picapes gritantes se calaram, cerca de vintes pessoas vieram, como se fosse necessário, para auxiliar o sujeito. Ele só conseguia pensar em uma coisa: - Estou morto! Foi quando aquele sujeito, como um mágico, fez um único gesto que restaurou a ordem do lugar; sorriu com os olhos para ele e disse:
      - Calma, rapaz... Você não está entendendo nada!
      Ele suspirou acanhado e tentou até se explicar:
      - Poxa... desculpa... cruzei com você umas três vezes hoje e, não sei o que me deu, cismei que você estava me encarando. De certo que não estou bem... e acabei te julgando mal!
      O sujeito dedilhou os lábios, sorriu com o canto da boca e murmurou:
      - Julgaste bem... eu estava te encarando!!!
      Sem esconder a surpresa ele vomitou:
      - Como assim? Não estou entendendo mais nada!!!
      O sujeito fitou ele, bem no fundo dos olhos, e disse:
      -É que eu te achei uma gracinha... A gente podia usar esse mal-entendido para conversar e, quem sabe, se conhecer melhor?
      Ele inspirou profundamente, mediu o sujeito dos pés a cabeça ... pensou, raciocinou e refletiu... soltou todo o ar de uma só vez e declarou:
      - Tudo bem, a gente pode conversar... mas... você se importa se eu me encostar na parede???

MORAL:
Quando a curra é inevitável... relaxa e encosta!!!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

FILANTROPIA.

      Logo que entrou na ponte do Morumbi, Dr. Roberto D’almeida, proeminente químico industrial, sentiu um fedor mais forte do que comumente exala o rio Pinheiros; chegando no meio da ponte notou uma imensa fila que se estendia pela avenida Morumbi e, o que era mais estranho, o fedor parecia estar vindo dela.
      Ao se aproximar da peculiar fila percebeu que ela era composta de mendigos, bêbados, drogados e dementes. Eles que, enquanto aguardavam na fila, faziam suas necessidades por ali mesmo; as fezes misturadas com a urina e os restos de comida causavam aquele cheiro forte. Cheiro esse que não era estranho ao Dr. Roberto, muito pelo o contrário, ele o conhecia bem de perto. Mas, o cheiro, naquele lugar tão sem propósito, começou a causar-lhe náuseas e, ao perceber que a fila seguia pela Rua Antonio de Andrade Rebelo, onde fica a sua abastada residência, o fez vomitar no bolso do seu “Ricardo Almeida” para não sujar o carpete da BMW.
     Porém, o pior ainda estava por vir. Dr. Roberto quase enfartou quando viu, parada próxima a sua garagem, uma barraca onde distribuíam alimentos para todos aqueles pedintes. O pior é que não era qualquer alimento, era um Buffet com seis tipos de pratos, quatro de bebidas e dois de sobremesas, o que provocou, graças ao boca-boca, a presença ali de todos os desvalidos da capital.
      Dr. Roberto respirou fundo, controlou sua ira e foi em direção daquele senhor que parecia ser o líder da malfadada ação, usando de toda a sua cortesia indagou-o:
     - O senhor Sabe que está em frente a uma propriedade partícular, cuja qual eu sou o proprietário?
    Sem dar muita atenção aquele senhor respondeu:
     - Sim, eu sei!
     O Dr. Roberto tentou ser amigável e procurou puxar conversa:
     Desculpe-me, eu sei que a sua intenção é a melhor possível e admiro muito a sua iniciativa. Talvez o senhor não saiba, mas eu sou sócio fundador e benemérito da sociedade caçadores de almas e faço uma atividade similar a essa três vezes por semana a mais de cinco anos!
     Olhando de soslaio aquele senhor respondeu:
     Sim, eu sei!
     Cheio de si, Dr. Roberto, continua a rezar seus dotes filantrópicos:
      - Desculpe-me novamente, mas o senhor deveria promover essa atividade em um lugar mais apropriado. Veja bem, eu tenho bastante experiência nessa área e poderia lhe indicar um ponto, melhor localizado, para você distribuir esses alimentos sem causar danos. Talvez o senhor não faça idéia, mas juntar este numero de necessitados na frente de residências pode ser um tanto desagradável!
     Aquele senhor levantou os olhos e finalmente o encarou:
      - Sim, eu faço idéia!
      O Dr. Roberto, interpretando aquele olhar como interesse, tentou convencê-lo:
     - Pois então, tenho um ponto muito bom, no centro da cidade, e distribuo lá trezentas marmitas por noite, três vezes na semana. O senhor poderia revezar o ponto comigo e juntos poderíamos alimentar aquelas pobres almas todos os dias! É um ponto muito bom na Rua dos Protestantes, bem na esquina, em frente ao condomínio Santa Josefa, o maior prédio da região, o senhor conhece o condomínio Santa Josefa???
Os olhos daquele senhor faiscaram:
     - Sim, eu moro lá!!!

MORAL:
Gozar com o pau dos outros é refestelar-se!!!
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ORGULHO HETERO, EU??? .

Um ser humano "homem, branco e heterossexual" é a coisa mais rara de se achar no Brasil... quiça, no mundo... eles são a minoria "esmagadora"!!!
Esse repúdio ao "orgulho hetero", que tem repercutido em nossa sociedade, me fez pensar...
Se um sujeito disser para a companheira dele que tem orgulho de ser homem, vai perde-la, com certeza!
Se um sujeito sair com uma camiseta escrita "orgulho branco" vai ser severamente criticado, agora, se ele for branco vai ser linchado, com certeza!
Se um sujeto afirmar públicamente que tem orgulho de se hetero vai ser estigmatizado como enrustido, com certeza!
Conclusão: - O ser humano tem verdadeiro repúdio as minorias!!!
O meu conselho é: - Se voce for um "homem, branco e heterossexual" se esconda sob a capa da invisibilidade, permeie a sociedade sem mostrar esses sórdidos atributos!!!
Pois voce poderá acabar em uma vala, castrado, banhado em piche e com cabo de uma enxada enfiado no rabo!


MORAL:
O ser humano, antes de tudo, é um sádico!!!